Festa Julina do trabalho, Mini recesso e trabalhando nos projetos

domingo, 31 de julho de 2022

Oie, pipous! Como estão? Eu espero que bem!
Bom, sei que nem tinha a obrigação de voltar aqui este mês, mas eu confesso que fiquei com vontade, porque quero contar coisas e desabafar. Tem dias que eu faço isso no twitter, mas tem vezes que só dá para fazer aqui. Tenho mais espaço e mais intimidade... E bem, quem ainda lê isso daqui? haha Pois é!
Mesmo com o intervalo curtinho de tempo, ainda aconteceram algumas coisas. Mas, vamos por partes.
Primeiro teve a Festa Julina lá do trabalho, que foi só para não passar em branco. Ainda estamos com algumas restrições por causa da covid. Em alguns momentos afrouxa e em outros aperta novamente. Bom, eu que sou besta e num deixei de ter os meus cuidados ainda!
A festinha foi mais para as crianças e bem simbólica. Elas dançaram, comeram, brincaram. É tão bom poder dar algo a mais para as crianças.
A decoração ficou uma gracinha e esta pessoa aqui empre adora uma desculpa para poder se papagaiar toda - até porque eu amo festa junina/julina - e tirar umas fotos. E bem, foi isso o que eu fiz. Seguem as fotinhas!






E quanto ao trabalho, as aulas tem seguido normalmente. Numa das unidades terminou o primeiro módulo e agora que os novos alunos estão começando, então tem bastantes rostos novos, enquanto outros alunos apenas vão receber o certificado daquela parte.
Já a outra unidade tudo continua no mesmo ritmo, porque os cursos serão uma coisa só até o final do ano. A única pausa mesmo foi essa breve semana de recesso - que na verdade teve só quatro dias para mim, mas serviu para descansar um pouco a cabeça das coisas do trabalho. Agora em agosto, que está logo ali na porta, a gente vai voltar com tudo.
Inclusive, queria fazer uma confissão! Não sei se foi porque tivemos os dois anos de pandemia ou ano passado as aulas foram com horário reduzido, mas eu já estou um cadinho cansada... Meio que sentindo que já dei um monte de aula (o que não é mentira), mas pela quantidade de trabalho, já vale pelo ano inteiro sabe?
Eu até comentei comigo mesma que eu estava precisando de um descanso! Então, essa pequena semana de recesso veio a calhar, mesmo que só de uma das casas que trabalho.
Deve ser também porque eu estou com tanta coisa na cabeça, dos meus livros, dos meus problemas, do próprio trabalho... Então, parece que acumula tudo de uma vez!
Enfim, dá para ir levando e descansando quando estou de folga em casa!
E por falar em treta da vida pessoal... Lembram que eu comentei do que aconteceu lá na Caixa, da história do apartamento... Pois é... Mas, calma, a situação não piorou - ainda bem -, são só algumas coisas com relação a isto que estão enchendo e muito a minha cabeça e me preocupando.
Além das parcelas para trás que tenho que pagar, ainda tem as parcelas de agora. E na boa, eu estou ficando desesperada já! Porque eu estou pensando onde que eu vou arrumar dinheiro para pagar isso tudo. Eu sei que se pode trabalhar e conseguir mais, só que essas despesas vão seguir por um ano inteiro ainda, junto com as outras.
Até conversei com a minha psicóloga sobre isso, sobre o que dava para fazer. Eu só pensei num modo de fazer alguma renda extra por um lado e segurar os gastos de outro. Até comprei umas coisinhas recentemente e me senti tão culpada de ter gasto o dinheiro... Só que foi antes de eu saber desta treta toda sabe?
Enfim, até pensei em fazer coisa para fazer, como os panos de prato ou outras coisas para vender.
E bem, eu e meu noivo estamos pensando em alternativas para fazer uma grana. Seja divulgando o serviço de revisão e outras coisas mais. Então, estamos pegando alguns trabalhos e dando o nosso jeito.
E como minha terapeuta falou, é um mês de cada vez! E é isso mesmo!
Outra coisa que está me fazendo arrancar com os cabelos é com fazer a oficina literária que eu vou fazer no trabalho.
Não lembro se comentei aqui, mas fui convidada a fazer uma atividade desta e como eu nunca fiz, nem sei o que vou fazer. Já pensei em tantas coisas, mas ainda estou com dúvidas. Ainda mais porque eu acabo colocando um pouco de pressão quando é para fazer este tipo de coisa.
Ainda estou meio sem ideia, mas vou tentar procurar algumas inspirações para tal. A oficina vai ser agora em Agosto, então trago updates sobre isto depois.
E mudando um pouco de assunto... Quero atualizar sobre minhas costuras! Eu já devo estar quase especialista em fazer pano de prato. É a coisa que estou mais fazendo.
Sinceramente, está sendo uma das melhores coisas para mim. É tão bom ter uma atividade assim para relaxar a cabeça. E é o que tem sido!
Vou deixar foto dos últimas coisas que eu fiz!
E digo mais, ainda vou fazer roupas, vocês vão ver! ahha



Agora falando sobre meus escritos...
Hoje saiu mais um dos contos do "12 Meses com Minorin", o sétimo do ano, que se chama "A pura nota do Girassol". Amei escrever este conto, mesmo que seja o que eu fiquei mais enrolada para fazer até então, por causa de todas as circunstâncias da vida, seja trabalho ou as coisas para resolver.
Tanto que eu fui terminar o conto faltando menos de uma semana para o lançamento. 
Ainda estou com aquele sentimento de que meio que estou falando sozinha, mas tô me sentindo tão realizada com o este projeto que por mim está tudo bem!
Chegamos agora ao terceiro trimestre do projeto, ou seja, o 3/4 do projeto. E são contos que fui definir o que ia fazer bem perto do lançamento do vídeo oficial, mas ainda assim estou bastante animada, pois vai ter coisa épica e fantasia com fadas depois.
Já o deste mês foi uma coisa mais campestre, inspirada em flores - especialmente o Girassol -, em perfumes e em memórias de infância. Um conto gostosinho sobre dois primos, um negócio de família e as memórias das férias de verão.
E vou deixar para vocês as fotos do Moda Personagem da Bianca, que é uma das protagonistas do conto, que ficou uma fofura e claro que eu criei a desculpa de usar um girassol na foto.
Fiquem com as fotos!










Sem muito mais o que contar, vou ficando por aqui hoje.
Só para fechar vou deixar o vídeo onde falo sobre terceiro trimestre do "12 Meses com Minorin".
Até a próxima!
Beijos 1000!




 

15 anos do GZ e outras coisas...

domingo, 10 de julho de 2022

Oie, pipous! Como estão?
Sim, eu pareci com uma rapidez até incomum, mas é porque estou cumprindo uma outra regra que eu pré estabeleci para este blog: Postar no aniversário dele.
Enfim, hoje é aniversário do GZ, mas deixo para falar melhor sobre no final da postagem... Que nem deve ser tão grande, pois nem aconteceu tanta coisa assim nesses - sei lá - 15 dias que passei aqui da última vez.
Eu tava tão biruta da cabeça que eu simplesmente esqueci de falar sobe o meu aniversário de namoro com o Kareshi... Pensa num apessoa relapsa, sou eu euzita mesmo!
Enfim, nem foi nada demais, porque nós dois estávamos naquela loucura de trabalho. Só saímos para passear no shopping - porque eu cismei de ir ao Gato Café, que tinha muito tempo já que queria ir -, uma pena que shopping era péssimo e a gente acabou vindo cedo de lá. E eu fui pois queria conhecer o café, sei bem que tem a parte dos gatinhos para ficar, mas eu tenho gatos aqui e não pago nada para fazer carinho neles - e eles pedem o tempo todo! Na volta, a gente foi pensando num lugar para comer e fomos no Demas & Divas.
Foi só um passeio bem simples, mas o que vale mais é a companhia. E bem, quando a gente completa 13 anos de relacionamento, a gente entende que só de estar junto da pessoa fazendo nada já é bom!
 




E de presente, bem, ele me deu um Snorlax gigante e que a gente sofreu para colocar enchimento. O bicho tem 1,50m de altura... Onde que eu vou colocar isso no meu quarto? (E nem tem como!) Ou até no nosso apartamento depois?! Como faz?!
 

E por falar em apartamento. Obviamente, como esperado pela minha pessoa, a gente teve problema com a caixa. Em resumo, eles estavam fazendo uma cobrança que a princípio achamos estar errado, mas era a taxa de obra. E bem, primeiramente, essa taxa estava sendo descontada com débito em conta - que me obrigaram a fazer uma conta para isso -, porém deu um mês e a como num lembrava a senha - pois nem usava aquela bosta - a coisa foi virando uma bola de neve e a conta acabou sendo encerrada. Bem, acabamos ficando com uma dívida, que parcelamos por um ano e a partir de agora, as parcelas de taxa de obra virão direto pelo aplicativo.
O foda é que agora eu tô com uma dívida - mais uma - até o ano que vem. Eu já odiava a Caixa e depois disso, odeio mais ainda. O aplicativo e os serviços são horríveis.
Além de pagar estas em atraso, terei que pagar as futuras que continuam vindo. Pensa no meu ódio... Porque me foi dito que não pagaria a Caixa até estar no apartamento.
Me fizeram assinar contrato em Duque de Caxias - longe bagarai de onde moro - e me obrigaram a abrir uma conta lá - que esta graças foi cancelada e num tenho mais -, então, qualquer coisa que tenho que resolver, eu tenho que ir lá, que é basicamente uma hora de viagem e uma parte do dia que vai embora.
Enfim, problemas de vida adulta e eu que lute. (E ainda tem coisa com a construtora para resolver, pois eles pagaram umas parcelas dessas dai e tem que negociar.)
Mudando de assunto e indo para coisas mais leves...
Ontem foi aniversário da minha amiga Lory e teve também o Chá de Panela dela ontem. Pois é, gente, a vida adulta chegando até para as amigas que estão na mesma que eu. haha
Não fiquei muito tempo, pois Ique foi viajar hoje e tinha que voltar cedo para casa. Mas, foi bom revê-la depois desses mais de dois anos de pandemia.
Amiga, toda felicidade do mundo para você e o Iago! <3 <3
E bem, só para encher a postagem um cadinho, trago as minhas compras muito maduras para o nosso futuro cafofo. Sim, mais coisas da Disney.
A minha casa vai parecer tudo, menos a casa de uma pessoa adulta. haha



E com o início de mais um mês, tenho mais um conto para trabalhar e confesso que eu estou é mega enrolada com isto, pois eu tive que compensar a semana que precisei ficar afastada por causa da covid da minha mãe.
Então, na semana passada eu trabalhei quatro dias e cheguei acabada na quinta-feira. (E sexta fui resolver os BOs da Caixa que contei acima.) Sobrou pouco tempo para escrever, tanto que eu fiz só 200 palavras do conto por enquanto. Eu já estou desesperada, mas creio que com um pouco de paciência e organização dê para fazer tudo a tempo. (Só jogar o lançamento pro último dia do mês para me ajudar nisso.)
Já falei bastante, então vamos a mensagem de aniversário do blog.
Neste dia, lá em 2007, eu criei este blog e desde então gosto muito de escrever aqui. O GZ passou por várias fases da minha vida, desde o colégio, a faculdade e agora com meu trabalho e futuramente com a minha casa.
Enfim, é o meu diário virtual mesmo. Acho que se alguém para ler o que tem aqui do começo vai ver até como a minha escrita amadureceu e o jeito de fazer as postagens mudou.
Confesso que toda vez queria ter mais tempo de escrever aqui do que só uma vez no mês, porém a vida é tão agitada que eu só lembro quando passa do dia 25. (Ainda me falta organização!)
Mas, é um blog que mantenho mesmo por puro hobby. Gosto mesmo de escrever aqui e deve ser por isso que o blog hoje completa 15 anos de existência!
Nosso amado GZ agora é uma debutante! haha Parabéns, GZ! <3 <3
E como sempre, com o novo ano do blog, temos também a nova versão e que mesmo sendo simples desta vez, amei o resultado.
Vou admitir, eu fiz isto ontem a tarde! Mesmo com atraso o que importa é que deu tempo!
E a versão que ficará para o próximo ano são dos nossos cavaleiros com os visuais do filme em CGI e que eu gosto bastante!
Bem, pessoal, é isto! Já falei até um pouco demais... Fiquem com a tradicional placa de aniversário!
Até a próxima!
Beijos 1000!
 

 
 
 

Ritual de passagem carioca, Trabalhando bastante, Metade do 12 Meses com Minorin

segunda-feira, 27 de junho de 2022

Oie, pipous! Como estão?
Vamos, como sempre, para o apanhado de como foi o meu mês e sinceramente, eu preciso é me benzer porque estudos apontam que tá foda.
Vamos por parte, já que este mês parece que está durando uma eternidade.
Enfim, praticamente na primeira semana do mês, exatamente no dia 6, fui pegar meu transporte para trabalhar. O trem estava lotado daquele jeito que já estou acostumada. Sempre ando com a bolsa na frente e deixo para pegar o celular quando a situação fica mais tranquila. Eis que fui repetir esse processo, como sempre... Só que ai, abri a bolsa e cadê meu celular, minha carteira e o meu kindle? Pois é! Levaram tudo!
Tive aquela ansiedade básica, teve uma mulher sem noção que foi querer me criticar dentro do trem. Ainda bem que me ofereceram um celular e consegui me comunicar com meu pai e ir resolver as coisas.
No mais, só perdi os bens materiais. Celular comprei outro poucas horas depois, recuperei o número. Os documentos ainda terei que refazer. O cartões de crédito cancelados e tinha só 40 reais na carteira. A maior perda, para mim, foi o kindle, que foi um presente do meu noivo e era só para ler, não é algo que tenha valor assim igual celular. Minha sorte foi que não levaram o cartão de transporte, que fica separado.
Já conversei sobre isso na minha terapia, já me culpei muito, já fiquei puta, já sofri pelo que eu perdi. Tirando o psicológico, não fizeram nada comigo!
O pior "rito de passagem" é este, ver que suas coisas foram tomadas de você e sem sequer perceber. E bate aquele sentimento de quando perco as coisas, porque eu me apego a elas de uma certa forma. Eu amava a capinha do meu celular, a cordinha dele; amava minha carteira de ursinho com as orelhinhas; amava o meu kindle branco e a bolsinha dele do Pooh. Esses detalhes que fazem nossas coisas serem nossas coisas sabe?
Sei que são só bens materiais, mas isso não dá o direito de alguém tomar de você. Sinceramente, tem horas, como essas, que eu detesto viver neste mundo.
Outra coisa que fiz bastante neste mês foi trabalhar, seja no meu trabalho formal, quanto no de escritora, quanto os outros serviços de freela.
E é uma droga não poder comentar nada de um projeto que estou fazendo junto com meu noivo, porque é um projeto no qual estou amando demais trabalhar e estou super ansiosa para ver o produto encaminhado e pronto e eu poder finalmente falar: Fui eu quem fiz... Eu faço parte disso! (Até porque, indiretamente, vai ajudar a editora e minha carreira de autora.)
Já no meu trabalho como professora, estamos nos encaminhando para o final do primeiro semestre dos cursos. Numa das unidades, algumas pessoas já irão se formar e outros irão continuar. Já na outra, vai seguir tudo direto até o final do ano, então sem muitas preocupações quanto a isto!
E o que mais me anda cansando é justamente ficar horas e mais horas no transporte, tanto para ir, quanto para voltar. Não se se todos que leem aqui - tipo, duas pessoas - sabe, mas o sistema de trens aqui do Rio está horrível desde Março. Horários irregulares, trens lotados... E quem precisa do serviço que está passando perrengue.
Ainda não fui obrigada a pegar super mais cedo para chegar na hora, na real, eu voltei a pegar no mesmo horário de 2019. Na pandemia, como tinha menos gente, acabei me dando umas folgas de horário para poder ir e agora, com tudo numa quase normalidade, retornei a este horário antigo.
Tem dias, quando vou para a unidade mais distante, que eu pego com duas horas e meia de antecedência e corre risco de eu chegar lá bem em cima da hora, porque minhas baldeações levam muito para passar. Tem dia que eu dou sorte, tem dia que não! É assim mesmo e estou acostumada!
E para a gente chegar a parte dos perrengues... Vamos ao mais recente!
Minha mãe viajou no final de semana retrasado, para o interior de São Paulo para ver mais das coisas que ela gosta de comida agora. Bom, ela voltou e deu uns três dias e ela começou a apresentar sintomas de resfriado e eu já fiquei com o cu na mão... Porque a primeira coisa que me veio na mente foi acontecer igual foi em Março de 2021, quando ela e meu pai tiveram covid e eu fiquei um mês inteiro em casa.
No sábado passado, ela confirmou o teste positivo. (E já tinha comentando que uma pessoa da viagem também testou positivo!)
E bem, eu estou com duas cargas horárias de turma para fechar - uma turma acaba agora no dia 30 - e vou ter que dar um outro jeito, pois ir ao trabalho com ela assim é fora de cogitação. Já avisei no trabalho e já deixei exercícios para os alunos fazerem na minha ausência.
Ela está apenas com sintomas mais leves, parecidos até com uma gripe mais chata, mas não é 10% do que foi antes. Então, ela está bem e cuidando, logo ficará boa!
O pior foram meus pais perguntando porque eu não fui trabalhar... Nem alunos estão podendo ficar quando estão com parentes positivados, imagina eu que sou a professora.
O que me deixa com mais raiva nessa história toda é de que eu estou parando tudo meu de novo por causa do covid e de irresponsabilidade.
(Eu tenho muitas outras coisas a resolver e que deixo para falar na próxima postagem!)
Estou tentando me manter calma e levar um dia de cada vez, como me recomendou a minha terapeuta, até porque não quero baixar minha imunidade e dar uma chance desse troço me pegar.
Não estou com sintoma algum, por enquanto. Mas, ainda vou me testar e ver se pego um atestado para me dar uma cobertura no trabalho. (O que acaba sempre sendo um mini inferno, mas é detalhe.)
Só não queria ter que passar por essa situação de novo, mas estou. C'est la vie!
Indo agora às partes mais interessantes e um pouco fora dos meus problemas de pessoa adulta...
Chegamos no final de Junho e com ele mais um conto - o de número 6 - do Projeto "12 Meses com Minorin". Dá para acreditar que já cheguei na metade? Pois é!
Confesso que ainda estou animada e empolgada, como estava antes, porém em alguns momentos aquele desanimo básico acaba me abatendo. Só que eu não tenho deixado ele ficar muito tempo aqui não, dá dois minutos e já jogo ele para longe.
Ainda tenho que melhorar minhas estratégias e formas de divulgação, mas tenho minha dúvidas de que talvez funcione. Enfim... Vou rever isto mais um vez! Levando em conta que já mexi nas minhas redes de autora no ano passado, refazendo toda a apresentação e tudo o mais.
Voltando aos contos... Estou super feliz de estar já na metade, é tão bom ver a maneira que o projeto está evoluindo e tomando forma. Amo e vivo cada conto de cada mês, aproveitando para demonstrar um pouquinho do meu amo pela escrita e pela Minorin.
O conto de Junho é "Chá para Dois", inspirado no mês nos namorados e na música Tea for Two do álbum do Sing All Love, junto com Koi. É sobre um café que tem uma bebida mágica e que quem bebe fica com seu amado para sempre. Por estes dias, postei o Moda Personagem da Rebeca, que é a narradora da história e dona do café. Eu fiquei apaixonada por esse visual romântico que eu dei para ela!







Continuo nas minhas práticas de costura, apanhando bastante, porque eu estava usando uma linha que não era a ideal para a máquina daqui de casa. Já lá no trabalho, sobra pouco tempo para fazer muita coisa, geralmente é a hora do almoço, que tirando o tempo de comer deve dar só uns 40 minutos. E calha de ser sempre uma máquina diferente que eu sento lá e ai até pegar o jeito, já deu o horário. Sempre faço mais em casa mesmo!
Continuo nas levas dos panos de pratos, mas estou toda serelepe deixando eles os mais coloridos possível!
Ainda vou fazer umas roupas, vocês vão ver!



Outra coisa legal é que eu me rendi a SHEIN - sim, aquele site chinês que vende de tudo - e comprei umas coisinhas. Foram mochilas, pois estava precisando e fiquei muito satisfeita com a compra. Paguei um bom valor e veio tudo bem rápido! (Mas, vai ter uma postagem no Ane-chan's Shizen? sobre isto com mais detalhes.)
Além do mais, comprei uns acessórios também e o guarda-chuva de sakura.
Vou deixar as fotos das coisas aqui só para registrar!





Sem muito mais o que falar, ou melhor, já falei um monte, vou ficando por aqui hoje.
E em breve chegaremos a mais um aniversário do blog, isso significa que pelo menos a header daqui deve mudar. (Se bem que eu gosto tanto dessa atual, não queria mudar.)
Mas, vamos cumprir com as regras daqui e devo mandar os nossos bronze saints no layout.
Até a próxima!
Beijos 1000!

  
 

Doente de novo, Frustração Literária e 12 Meses com Minorin quase na metade

segunda-feira, 30 de maio de 2022

Oie, pessoas! Como estão? Eu espero que bem!
Dessa vez lembrei de vir um cadinho mais cedo este mês, mas pode até parecer que tenho muito coisa para contar, mas nem tanto assim, porque a minha vida nem é tão interessante. Mas, eu gosto de contar mesmo assim, porque sou dessas!
Dentro da minha rotina, a do trabalho ainda é a que se faz mais presente, junto com o também retorno gradativo das atividades do meu centro espírita.
As aulas no trabalho tem corrido bem, mesmo que os alunos sejam um cadinho agitados em algumas das turmas, não é nada que não seja contornável.
O que tem me pegado mesmo último são as crianças da Evangelização Infantil lá do centro. Talvez seja pelo dois longos anos afastados das atividades presenciais ou talvez seja por que eles chegam bastante tempo antes do horário de começar.
Enfim, as crianças têm andando bastante agitadas, do nível da gente querer falar e explicar o tema do dia - dar aula mesmo, não deixa de ser - e eles não param quietos um instante. O resultado foi que nas duas últimas semanas eu simplesmente meti a porrada numa placa de madeira que tem na nossa sala - que inclusive é "nova", pois tivemos que sair da casa por razões de mofo - e as crianças tomam um susto e ficam quietas finalmente.
O que sofre mesmo é a minha mão, vermelha de tanto bater, e a minha voz, porque eu já venho de dois turnos de aula no trabalho e por ter falado o dia todo minha garganta já sente um pouco. (Sem contar a tremedeira por conta da energia gasta e levantar a voz para dar o belo do esporro!)
Enfim, podem ter algumas pessoas que achem que isso que eu fiz um pouco extremo, mas infelizmente é o que funciona. Isso porque a gente vai pedindo com educação primeiro. Pede uma, duas, três, quatro vezes. Você está tentando falar e eles estão conversando mais alto que você sobre um assunto que não tem nada a ver com momento, ai confesso que sobre uma raiva. Tenham um cadinho de empatia e pensem que estão no meu lugar, tentando falar e ninguém escuta, ai não tem como mesmo.
E o pior que como já tem uns anos que estou nessa de tia da evangelização, sei que tem uns dias que é complicado, especialmente quando a gente lida com críticas externas de pessoas que não estão dispostas a nos ajudar.
Olhando em retrospecto, já passei uns perrengues como evangelizadora. Eu já fiquei com 10 crianças sozinha num sábado de manhã e também na terça a noite, naquela deles chegarem cedo.
Agora, com este retorno, estamos só eu e mais uma evangelizadora, para ficar com todas as crianças e tem dia que é bastante difícil mesmo. E chega a ser irônico, porque uns anos atrás éramos só eu e essa pessoa.
Por ora, ainda vamos pensar numa abordagem melhor para resolver a situação. Deve ser porque as crianças chegam muito cedo e como a atividade só começa às 20h, elas ficam livres e correndo e um monte de coisa. Mesmo colocando-as com um pouco de antecedência na sala, eles demoram a se acalmar, o que reflete em atrapalhar a aula.
Trago updates sobre o andar desta situação na próxima postagem!
Outra coisa que me pegou nesses últimos tempos foi uma puta crise de sinusite por conta de uma virada brusca de tempo, junto com um estresse tremendo que passei.
Foi no início deste mês, passei um perrengue daqueles para poder chegar na unidade que trabalho em Caxias. Para quem não sabe ou melhor, não mora no Rio, os trens estão a cada dia com atraso diferente, sei lá por que motivo, mas é sempre uma merda para chegar na unidade de Caxias, porque é um trajeto mais longo e os fatores que me atrapalham são muito maiores. E bem, a unidade de Austin, como percurso é menor e entendem que o transporte está horrível e não chegamos atrasados porque queremos, dá para vir na paz do senhor. (Sim, tem hora que é difícil lidar com as pessoas...)
Claro que eu faço de tudo para chegar o mais cedo possível, mas eu dependo o transporte para chegar e são coisas que estão fora do meu alcance e só tenho que lidar mesmo. (Ou melhor, eu que lute!)
A pressão por conta dessa coisa de horário está complicada, então acabei ficando preocupada e nervosa e não queria chegar atrasada de nova - até porque eu não gosto mesmo - e acabei descarregando em mim, tanto que eu até chorei... De verdade! Geralmente, estresse abaixa a imunidade, juntou isso com a virada de tempo e com o mofo da casa lá do centro... Acaba eu ficando um bendita crise de sinusite e que me colocou de molho de casa.
Eu não fiquei tão mal, mas em tempos pós-pandemia, é complicado você ficam com sintomas de resfriado/gripe nos lugares.
O que importa é que pelo menos não era bacteriano e só com uns remédios sintomáticos acompanhado de descanso - só do trabalho formal, porque eu trabalhei em casa - e o meu corpo deu conta do resto.
E sinceramente, tinha dois anos, tirando quando tive covid, que eu não tinha nada parecido com um resfriado igual foi isso.
Agora, mudando de assunto e saindo da rotina e indo para as minhas reclamações... (Porque é sempre para isso que estou aqui!) E sim, é sobre a minha vida de autora!
Lembram que na postagem falada acabei falando um pouco sobre o que estava sentindo sobre a "recepção" dos contos do 12 Meses com Minorin? Bem, eu comentei sobre isso no vídeo do segundo semestre do projeto, na última postagem daqui, na terapia e fiz a postagem que queria fazer comentando sobre isto nas minhas redes sociais.
E deixo aqui, que um dos meus ambientes mais seguros, para evidenciar outra coisa...
A começar que fique claro que eu não postei o vídeo e fiz aquele texto com o intuito de reclamar ou de desabafar a minha frustração. Bom, a segunda parte talvez seja até um pouco... Quando gravei o vídeo foi como um forma de desabafo mesmo e depois de muito pensar, refletir e ver que era isto mesmo, foi que eu postei nas minhas redes de autora.
Usei o vídeo como o ponto de apoio do levantamento do que queria falar e coloquei o texto na maior paz do meu coração. Era um fato que já tinha constatado, alias, fato que acontece há anos na minha carreira de publicar coisa na internet e eu estou bem com isso. De verdade! Não estou falando isso da boca para fora!
Antigamente, talvez até postasse como uma forma de tentar chamar atenção, mas depois do estudo das crenças da terapia, percebi o quanto isso era danoso a mim mesma e só reforça coisas que não fazem bem! Por isso que eu pensei muito antes de postar, tanto que levei mais de um mês para tal, levando em conta que o vídeo é de Abril.
Perdão pelas voltas, mas a pessoa aqui está com vontade falar. haha
Enfim, depois que eu fiz a bendita postagem, milagrosamente, uma pessoa foi lá no livro do wattpad e deu uns votos lá. E eu confesso que isso de uma certa forma também me frustra.
Cheguei até a falar sobre isto no instagram sobre isto. Mesmo que não tenha sido uma reclamação, uma busca de aprovação, mas a situação acaba pegando mal para mim.
Eu já conversei isto com a minha psicóloga, várias vezes, mas é frustrante demais a gente tentar fazer a nossa divulgação normalmente e de boas, mas ninguém vê e ninguém apoia. E nem precisa ser com muito, pode ser com um like e um compartilhamento, um comentário, qualquer coisa sabe?
O que me deixa frustrada é que precisa a gente demonstrar um pouco de insatisfação ou que está mal - como acontecia muito no facebook, que eu colocava mesmo a minha frustração para fora - para que a pessoa faça alguma coisa sabe?
Fica parecendo que eu estou implorando por leituras ou por algo assim e uma coisa que eu não quero que as pessoas leiam as minhas histórias por pena. Eu queria muito que fosse apenas espontâneo e que essas coisas viessem de forma orgânica, mas eu sei que não é assim que acontece comigo.
Mas, confesso que dessa vez, a frustração foi bem menor porque foi zero surpresa.
Quem sabe este tema não vire um vídeo no meu canal de autora né?
Sempre bom também que eu coloco para for aqui primeiro e vejo se vale a pena mesmo gravar um vídeo sobre isto.
Enfim, vou deixar para vocês a versão da postagem do twitter para vocês verem...

E por falar em 12 Meses com Minorin, o quinto conto saiu nesses últimos dias. Trata-se do conto "Cidade dos Sonhos", que foi inspirado em Dream Wonder Formation e tem umas pequenas referências a Alice no País nas Maravilhas e é uma distopia.
Foi o conto mais difícil de escrever até então, porque o enredo por trás era bem grande e para desenvolver isto e contar sem ficar aquela coisa expositiva e chata? Pois é!
E como sempre eu me diverti muito escrevendo e estou realizada com mais este conto.
Nos próximos dias devo engatar na escrita de Junho e chegando a metade do projeto praticamente e não posso estar mais satisfeita e nem preciso dizer os motivos, pois já os disse aqui algumas vezes.
Vou deixar para vocês as fotos do Moda Personagem que representou o conto do mês, que foi a IA do conto, que leva o mesmo da música que inspirou o conto.





Outra coisa a qual tenho me dedicado são nas minhas lições de costura. Já fiz algumas coisas além do que mostrei na postagem passei. Inclusive, fiz o presente de dia das mães para minha mãe, que foi uma sacolinha para calcinhas, para usar quando for viajar.
Confesso que me diverti muito fazendo, tanto que fiz até uma para mim.
Além disso, teve mais um pano de prato.
A quantidade só diminui por conta de estar na unidade de Austin apenas um dia na semana neste bimestre, então não tenho tanto tempo para praticar lá e acabo levando para terminar as coisas em casa.
(Obs: O verde é da minha mãe, o meu é o vermelho.)




E por último, porém não menos importante... Até porque já falei até demais! No último vídeo canal acabei falando finalmente sobre a minha experiência usando calcinhas menstruais, que foi uma das melhores aquisições que já fiz.
Listei também os prós e contras para pensar se deve usar ou não. Este vídeo também foi para o Shizen, mas vou deixar aqui para vocês também.
Bem, sem muito mais o que contar, vou ficando por aqui hoje!
Beijos 1000!


 

Meu nome é trabalho, Moda Personagem da Adulta Saudável, Aprendendo a costurar, 12 Meses com Minorin a todo vapor

sábado, 30 de abril de 2022

Oie, pipous! Como estão? Eu espero que bem!
Cá estou eu de novo no final do mês para falar com vocês. Mas, como digo sempre, é com muito carinho que venho aqui, porque é um dos meus cantinhos mais seguros da internet, até mais do que o twitter (ainda mais agora que o Elon Musk comprou). Na verdade, eu ainda gosto muito de ter blog no pleno 2022, porque é um espaço mais livre e é totalmente meu e eu posto o que quiser sem ter que me preocupar com algoritmo e essas coisas. A realidade é que rede social dá é muita dor de cabeça e faz a gente perder muito tempo. ahah
Enfim, parando meus devaneios para contar das quase novidades, porque praticamente a minha rotina nem muda muito!
As aulas lá no trabalho já entraram em seu ritmo e está tudo correndo dentro dos conformes. E na verdade, acabei percebendo um pequeno padrão, até porque essa pessoa aqui tem a personalidade do tipo lógico (INTP), segundo as 16 Personalidades, e eu procuro padrões e lógicas em coisas que normalmente os outros nem pensariam em procurar.
Estou indo pro terceiro ano dando aulas - seriam quatro se não fosse 2020 - e notei que sempre vai ter um dos cursos/turmas em que vai ser mais difícil de trabalhar.
Em 2019 foram as turmas de costura, em 2021 foram as turmas de elétrica e este ano estou sentindo que serão as turmas de informática.
E essas dificuldades de trabalho estão entre resistência dos alunos ou até o próprio nível deles, que nos faz ter que dar um ritmo mais lento as aulas.
Conforme o ano for passando, eu confirmo essa informação viu?
O que importa é que no meu trabalho formal está tudo dentro dos conformes, só o transporte que tá aquela maravilha de sempre e somos obrigados a sair três horas antes e mesmo assim há o risco de se chegar atrasado. E tem lugar que se a gente chega 5 minutos atrasado, a pessoa já te olha de cara feia, como se você se atrasasse de propósito. Até porque você leva duas horas para chegar no lugar, é óbvio que você vai sair bem mais cedo, mas mesmo assim... Enfim... Questões que temos que aprender a lidar e a gente que lute e saia mais cedo ainda para evitar a fadiga.
E ainda no assunto trabalho, já que eu também trabalho de casa...
Eu e meu noivo estamos correndo um pouquinho com um prazo de um projeto que ainda é confidencial, só posso dizer que é um roteiro.
Não lembro se comentei aqui, mas estamos trabalhando neste projeto desde o ano passado e já fizemos todo o planejamento, construção de mundo, dos personagens e tudo o mais. Situação que para mim é um tormento daqueles, porque eu sou jardineira não arquiteta. Ou seja, planejo bem pouco quando vou escrever. E confesso que só planeja e não ir para valer logo estava me deixando maluca.
Então, agora finalmente a gente está trabalhando na parte que eu queria. E como já está tudo planejado, é bem mais fácil saber o que se vai escrever.
Até queria ser assim quanto se trata dos meus livros, mas não consigo. Cada escrito tem seu próprio processo criativo!
Meus dias estão se resumindo a isto: trabalho, trabalho e trabalho... A pessoa aqui tem um apartamento para pagar né?
E com relação as finanças, que cheguei a comentar na postagem passada, ainda estou controlando. Mas, a situação vai melhorar, estou me policiando para meus gastos caberem no meu orçamento. E fazendo uns extras para ter mais uma graninha. (O trabalho "de casa" que eu citei é sobre isto.)
Mudando de assunto agora! Lembram que eu falei que a minha psicóloga passou um dever de casa para mim: O Moda Personagem da Adulta Saudável?
Então, eu fiz e postei o resultado nas redes sociais e mandei para ela também, com direito a textão e tudo. haha
Foi um ótimo exercício, porque eu realmente enxerguei uma força que existe dentro de mim e que eu estou descobrindo e entrando cada mais em contato com ela. A princípio era para ser só uma personagem, porém a adulta saudável sou eu mesma!
E confesso que me senti uma grande gostosa com o meu visual, usando batom vermelho, roupa colorida, vários brincos e acessórios, essas coisas. Refletir a minha alma colorida, que eu sempre achei que tive, mostrando também o meu lado maduro.
Vou deixar as fotos e também um trecho do texto que eu escrevi sobre:
"Ela é poderosa, ela é dona de si, ela sabe controlar os outros sentimentos e sabe as origens e bases de tudo o que sente. Ela tem a alma colorida, é espontânea, adora a cor vermelha.
Só que ela não é uma personagem, ela é uma versão melhorada de mim. A minha versão depois de anos de terapia que finalmente se entende e se acolhe quando necessário, pensando principalmente naquela pequena Anelise que nem sempre podia fazer tudo o que queria ou reprimia muito seus sentimentos.
Ela é livre, ela coloca todos os acessórios que quer, coloca uma pinta, um batom vermelho, veste o que quer e faz o que quer. Simplesmente não liga para o outros, ela é, simplesmente e plenamente, ela!"






E indo a outras coisas, que tem um pouco de relação com as atividades da terapia... Uma das coisas que coloquei na caixinha de desejos é "Aprender a Costurar".
Para quem não sabe, quando era criança/pré-adolescente, eu gostava muito de moda - ainda gosto - e tinha vontade de seguir a carreira de estilista.
E nessa mesma época até aprendi a bordar algumas coisas, quando ia com a minha vó para a igreja, aprendi ponto-cruz e vagonite. E claro, sempre sou fazer uns remendos em roupas, porque ninguém é de ferro!
O sonho de seguir na moda passou, veio a carreira de escritora, veio o Moda Personagem, mas aquela vontade de aprender a costurar surgiu bem pequena quando comecei a dar aula no curso de costura lá no trabalho. Via as alunas fazendo as próprias peças e aquilo me reacendeu aquele sonho de fazer minhas próprias roupas.
Então, também um pouco incentivada pela professora de informática - que também está aprendendo - resolvi começar a aprender costura, aproveitando também a máquina que a minha mãe tem aqui em casa.
Confesso que eu vários momentos estou apanhando mais do que não sei o quê, porque eu sou muito dificultada pela quantidade limitada de dias em que estou lá.
Então, a professora de costura de Austin, famosa Dona Sonia, está me ensinando a fazer umas coisinhas de costura. Estou começando pelo básico e aproveitando para fazer umas coisinhas para a minha futura casita.
Ainda meio devagar, mas já fiz algumas coisinhas, como um porta-tesoura e dois panos de pratos. Estou encaminhando um terceiro e também fazendo um porta-calcinha para viagem.
Acaba que estou fazendo a maioria das coisas em casa, porque lá me sobra no máximo uma aula hora ou duas.
Quem sabe, quando melhorar e pegar mais o jeito da coisa, não seja ousada e invente de fazer uma outra roupas ali. Trago atualizações sobre o progresso desta aluna de costura em breve!
Vou colocar as fotos das coisas que fiz!



 
E o último assunto de hoje, até porque eu já falei demais, são sobre os escritos.
Na verdade, o projeto 12 Meses com Minorin segue a todo vapor. Saiu hoje o conto de Abril, que se chama "Inimiga do Crime", vou deixar o link para quem quiser ler.
Eu não me lembro se eu falei aqui, mas estou toda serelepe pimpona fazendo este projeto. É uma pequena realização pessoal e de fã da Minorin também.
Porém, tem umas coisas que tem me frustrado e muito quanto a este mesmo projeto, que ironicamente é o que acontece com muitos outros (para não dizer todos), que é aquele sentimento de: Caramba, ninguém tá lendo, por que eu estou fazendo isto?
Deixa eu explicar: Estou disponibilizando a história para leitura gratuita e divulgando nas minhas redes sociais - só estou falhando quanto aos grupos, porque tem me faltado paciência -, contudo a falta de algum retorno, seja em comentário ou em like, estava me deixando chateada.
Não significa que eu escreva ou que esteja fazendo este projeto para ter leitores ou esperando que alguém comente... Não é isso!
Isso até se relaciona um pouco com o livro sobre processo criativo que estou lendo, que também já foi tema da minha terapia. Temos que fazer a arte primeiro para nós mesmos e depois para os outros, ou melhor, se alguém entrar em contato... Ótimo!
E eu tenho sentindo que o projeto relacionado a Minorin é exatamente sobre isso! É uma coisa da Anelise, é uma homenagem da Anelise para a Minori Chihara. Usando-a de inspiração para 12 contos exclusivos e tudo o mais!
E está tudo bem quanto a isto! É uma coisa que eu quero fazer e estou me sentindo mega feliz e realizada. Mesmo com a pequena pressão de terminar dentro do prazo, esta sendo maravilhoso lançar um conto novo todo mês.
É divertido também fazer o aquecimento para o conto, comentando sobre as músicas que inspiraram, de onde elas vieram, o que tem delas dentro de cada conto. É poder falar sobre esta artista que tanto amo e sobre as minhas histórias, outra coisa que amo muito.
Cada conto também recebe o seu Moda Personagem especial, com um personagem sendo representado.
E deixo abaixo as fotos da Melissa, que é a Inimiga do Crime...





Quando refleti sobre tudo isto, percebi que a minha vida de autora é resumida em exatamente isto que acabei de comentar e é o que eu sempre brinco nas redes: a primeira fangirl sou eu!
E tem horas que acaba sendo só eu mesmo, que é como está acontecendo com estes (agora) quatro contos. A autora muito empolgada e animada e não recebendo retorno.
Claro que é gostoso receber uma opinião, sentir que tem alguém vendo aquilo que fazemos, não se sentindo sozinha ou isolada. E esta pequena interação mesmo que não esperada, dá uma dose de ânimo a mais para quem está do lado de cá.
(Acho que tô me perdendo no pensamento! haha)
São coisas complicadas e cheguei até a comentar sobre isso no vídeo do segundo trimestre, onde falo dos contos de Abril, Maio e Junho. E confesso que ser tão sincera me dá um medo, ainda mais com essa cultura de cancelamento da internet. São pensamento que eu tive, da situação que estou observando.
Se fosse uns anos atrás, estaria bem mais triste e mais frustrada, mas a adulta saudável aqui (sendo um cadinho puxa-saca pois eu mereço) sabe exatamente onde isso dá e sabe que este sentimentos não levam a lugar nenhum que seja bom.
Devo fazer uma postagem sobre isto lá no Ane-chan's Shizen? e também nas redes do Contos Anê pois é um bom tema para se comentar sobre.
E eu já falei demais, vou ficando por aqui hoje.
Vou deixar para vocês também o vídeo do 2º trimestre do "12 Meses com Minorin".
Até a próxima!
Beijos 1000!